
Turismo
Portaria do Monumento Natural da Pedra do Baú
A entrada pública do complexo: é aqui que se paga a taxa e começam o Bauzinho, a Ana Chata e o cume do Baú.
Trilhas, cachoeiras, mirantes e igrejas da cidade num mapa que abre no navegador, com rota de carro até cada lugar.

Na ordem em que a serra se organiza: o complexo da Pedra do Baú, o centro histórico e as estradas rurais.

Turismo
A entrada pública do complexo: é aqui que se paga a taxa e começam o Bauzinho, a Ana Chata e o cume do Baú.

Aventura
O monólito de 1.950 m que dá nome à região, com via ferrata e vista de 360° sobre a Mantiqueira.

Aventura
A 1.760 m, é a trilha mais acessível do complexo, e não exige agendamento.

Aventura
Laje suspensa a 1.670 m, com a vista mais larga do complexo.

Aventura
Mirante do Caramuru, a 1.810 m: rampa oficial de parapente e o primeiro atrativo do percurso.
Turismo
Duas quedas que se encontram, com piscinas rasas: a melhor da região para ir com criança.

Turismo
Cascata com salto de mais de 70 metros, a maior do município, vista de um deck na estrada.

Restaurantes
Truta flambada na mesa e buffet livre no fim de semana, com deck de frente para a Pedra do Baú.

Hospedagem
Pousada sustentável em Paiol Grande, com chalés privativos em meio à Mata Atlântica, no pé do Complexo da Pedra do Baú.

Aventura
Aluguel de quadriciclo e passeio guiado saindo do Bairro do Baú, só com reserva feita antes.

Restaurantes
Lanchonete e restaurante na estrada do Baú de Cima, com deck de mesas virado para a Pedra do Baú.

Cultura
Matriz de taipa de pilão erguida por volta de 1853, tombada pelo CONDEPHAAT.

Cultura
Escadaria de pedestres revestida de mosaico que desce da Matriz para a parte baixa da cidade.

Cultura
O casarão do século XIX onde nasceu o jurista e filósofo Miguel Reale, hoje espaço cultural de entrada gratuita.

Restaurantes
Boteco de balcão de frente para o coreto, com chope gelado, porção e rock no som. Abre à noite, e não todo dia.

Restaurantes
Pizza, hambúrguer e chope na avenida que corta o centro. Come-se no salão ou pede-se em casa; abre todas as noites.

Turismo
O mirante que se alcança a pé do centro, com a rosa dos ventos desenhada em mosaico no chão.

Cultura
Três capelas centenárias revestidas de caco de vidro, azulejo e miçanga.

Cultura
Igreja de fachada ocre e branca, com dois campanários, numa rua de paralelepípedo do centro.

Cultura
Igreja de torre única de 1934, em frente ao marco zero da cidade.

Cultura
Construção modesta de 1970, pintada de azul, de frente para o coreto da cidade.

Turismo
O pórtico de entrada da cidade, que abriga o Centro de Informação ao Turista.

Turismo
A Praça do Coreto, como todo mundo chama: cem metros de árvore, banco à sombra e o coreto no meio.

Turismo
Praça central em frente ao Banco do Brasil, ao lado da escola Coronel Ribeiro da Luz.
Turismo
A praça da Biblioteca Municipal e dos Correios, 22 metros entre a XV de Novembro e a Gama Rodrigues.

Turismo
A praça do marco zero, com espelho d’água e o letreiro da cidade, em frente à Igreja Nossa Senhora do Rosário.

Turismo
As letras coloridas do nome da cidade, no gramado da Praça General Marcondes Salgado.

Serviços
A imobiliária do centro: compra, venda, locação e avaliação de imóveis, com o forte em terreno na serra.

Compras
Viveiro de cacto, suculenta e flor em vaso no Centro, com uma entrada de velho oeste montada para foto.

Cafés
Empório e café na avenida que corta o Centro, com grão, castanha e tempero a granel e mesas na calçada.

Compras
Mais de 80 artesãos do bairro do Quilombo trançando palha de bananeira e de milho, com balcão de venda e oficina.

Compras
O ateliê do escultor que achou uma raiz com forma de bicho em 1974 e nunca mais parou. Vende no próprio balcão.

Cafés
Café especial, quitute regional, empório e artesanato autoral numa casa de madeira com vista para a serra, no Quilombo.

Turismo
Mirante de pedra e tora de eucalipto a 1.535 m, na divisa com Minas.

Turismo
As rochas formam um escorregador natural, daí o nome, e a piscina é rasa.

Aventura
Cume de 1.600 m com cruz no alto, no extremo oeste do município.
Cada tipo de lugar tem a sua cor no mapa, a mesma dos pinos. As fichas e os roteiros contam o que há em cada uma, e o mapa mostra onde ficam.

O Complexo da Pedra do Baú inteiro: o cume a 1.950 m, o Bauzinho, a Pedra Ana Chata e a rampa de voo livre.
Como é a subida ao cume do Baú

Cachoeiras, mirantes, as praças do centro, o letreiro da cidade e o Portal da Cidade, onde funciona o Centro de Informação ao Turista.

As igrejas do centro, a Ladeira dos Pirilampos em mosaico, as Capelinhas e a Casa da Cultura Professor Miguel Reale.
A rota das igrejas, parada por parada

Truta com vista para a Pedra do Baú, pizzaria e hamburgueria no centro e o boteco de frente para o coreto.
Ver restaurantes no mapa
O que São Bento faz à mão: o trançado de palha de bananeira e de milho e a escultura em madeira do bairro do Quilombo.
Ver onde comprar no mapa
O que se faz acompanhado: voo livre de parapente, escalada e cachoeirismo com condutor, cavalgada e passeio de jipe.
A rampa de voo livre do Caramuru
Onde dormir no pé da serra, a caminho da Pedra do Baú.
Ver hospedagens no mapa
O que não é passeio, para quem já está na cidade. Hoje marca a CAMPOMAX, imobiliária que trabalha com terreno e casa na serra.
Ver serviços no mapa
Abre em tela cheia, sem cadastro, sem aplicativo e sem conta, para quem está na cidade e para quem ainda planeja a viagem.
As pílulas no topo trocam o que aparece no mapa e na lista. Só entram categorias que têm lugar cadastrado.
A busca aceita nome sem acento e com letra trocada: digitar bau traz a Pedra do Baú, o Bauzinho e a portaria de uma vez.
A ficha traz foto, endereço, horário e a distância a partir do Centro de São Bento. Em cume e cachoeira, ela diz quanto ainda falta a pé.
O Google Maps abre com a rota até onde o carro chega, saindo de onde você está. Em trilha, a rota vai até o estacionamento de onde ela sai.
Para negócios da cidade
Quem planeja a viagem usa este mapa para decidir onde comer, comprar e passear. O seu negócio pode estar lá de dois jeitos.
O que se paga, o que é obrigatório em cada trilha e como o mapa funciona. Onde a fonte pública diverge, a resposta diz.
Ficou faltando alguma, ou conhece um lugar que devia estar no mapa? Fale com a gente. Quem mantém o cadastro mora na serra e responde.
Dá, dividindo por trecho, que é como o mapa está organizado. O Vale do Baú toma um dia inteiro: a portaria do Monumento Natural, a trilha que você escolher e as cachoeiras do Encontro e do Toldi, todas do mesmo lado. O centro histórico se faz a pé em meio período, com as igrejas, as praças, a Ladeira dos Pirilampos, as Capelinhas de Mosaico e a Casa da Cultura. Sobra a rota rural, com a Cachoeira do Tobogã, o Belvedere do Serrano e a Pedra da Balança, que rende a segunda manhã.
Depende da entrada. Pela portaria do Monumento Natural Estadual da Pedra do Baú paga-se taxa de conservação ambiental de R$ 18 por pessoa, em dinheiro, com isenção para maiores de 60 anos, crianças até 12 anos e moradores do município. O outro acesso, o estacionamento do Chico Bento, é particular e cobra por carro, não por pessoa, e não tem bilheteria do Monumento Natural. Confirme o valor no local.
Não. Guia credenciado é obrigatório, na proporção de um monitor a cada seis pessoas, e o agendamento tem de ser feito com pelo menos um dia de antecedência. Pela portaria do Monumento Natural são cerca de 4 km de trilha e 3 horas de subida; pelo estacionamento do Chico Bento, que fica bem mais perto de carro, são cerca de 5 km ida e volta e umas 5 horas, com mais subida. Nos dois casos o trecho final é uma via ferrata de degraus e grampos. A Pedra Ana Chata também exige agendamento prévio.
Com os condutores credenciados do município ou com as agências locais, sempre com pelo menos um dia de antecedência. No cume do Baú e na Pedra Ana Chata o guia é obrigatório, na proporção de um monitor a cada seis pessoas. O Centro de Informação ao Turista, que funciona no Portal da Cidade e está marcado no mapa, é o balcão oficial para essa pergunta, e o telefone dele aparece na ficha do ponto. Esta página não publica preço de guia: ele varia por trilha e por tamanho do grupo, e valor de terceiro que não dá para conferir não entra no cadastro.
Aberto todos os dias, das 9h às 18h. A entrada é permitida até as 18h e a permanência vai até 18h30. A subida ao cume do Baú só pode começar até as 14h, e o acesso ao cume do Bauzinho fecha às 17h30. Depois desse horário ainda se chega ao Mirante do Caramuru.
A Pedra do Bauzinho. São cerca de 30 minutos de caminhada a partir da portaria, nível fácil, sem via ferrata e sem agendamento. O cume fica a 1.760 m, e é a saída indicada para quem quer a vista sem encarar a subida do Baú.
No Monumento Natural, não: animais de estimação não entram na unidade de conservação, com uma exceção, que é o trecho até o Mirante do Caramuru, onde fica a rampa de voo livre. Fora dela, depende de cada lugar: vale perguntar antes de ir.
A Cachoeira do Tobogã tem acesso gratuito. A Cachoeira do Encontro mudou de entrada: não se passa mais por dentro da Cachoeira dos Amores, e sim pela Estrada da Ana Chata, de onde sai uma trilha que desce por um terreno particular. Pergunte no local se há taxa: nenhuma fonte oficial cobre esse acesso.
Este não tem versão para impressão: é um mapa de tela, feito para abrir no celular durante a viagem, com a ficha de cada lugar e a rota de carro a um toque. Material impresso do município sai do Centro de Informação ao Turista, que funciona no Portal da Cidade, na entrada da cidade. Vale ligar antes para saber o que há disponível.
Não. O mapa abre no navegador do celular ou do computador, sem instalar nada, sem criar conta e sem pagar. Precisa de internet para carregar. Depois disso, o botão Como chegar entrega a rota para o Google Maps, que é onde a navegação passo a passo acontece.
Do centro de São Bento do Sapucaí, na Praça Monsenhor Pedro do Vale Monteiro, o lugar de onde qualquer morador diria que se sai. Medir tudo do mesmo ponto deixa as distâncias comparáveis entre si, e a conta é por estrada, não em linha reta. No Complexo da Pedra do Baú a distância é a do estacionamento onde a trilha começa, e são dois: o cume do Baú e a Pedra Ana Chata sobem pelo estacionamento do Chico Bento, e o Bauzinho e a rampa de voo livre entram pela portaria do Monumento Natural, do outro lado do maciço. Onde o carro não chega ao ponto, a ficha diz onde ele para e quanto sobra de caminhada.